domingo, 24 de julho de 2011

Chuva


Ontem eu vi.
No meio de uma conversa entre amigos.
Algo guardado se rompeu.
Eu vi a alma saindo pelos olhos.

Quis te abraçar.
Te tirar desse mundo.
Construir um outro planeta.
Em que você não sofresse, eu consigo.

Tenho força pra isso.
Fiquei parado por alguns milênios
Vendo a cena,
O Balé das três lágrimas.

Foi a cena mais bela, que vi nos últimos tempos.
O choro de desejo pelo passado.
Dos momentos que serão eternamente belos.
Meu coração tremeu, o meu mundo parou.

Lhe daria meu coração, se precisasse.
Abraços de rodopio, para conseguir ver seu sorriso de sol.
Que seus olhos de afeto sejam sorridentes.
E os sonhos sejam cheios da pureza.

E que todo sofrimento.
Deixe apenas o perfume de um passado feliz.
Não vou deixar nenhuma gota cair no chão.
São preciosas as lágrimas do amor.

Vou ser seu abrigo.
Seu penhasco para que você possa gritar.
E ouvir o Eco.
E estarei lá no seu caminho, pra sempre.

3 comentários:

A. disse...

Nem preciso dizer que tirou novamente lágrimas de mim, obrigada, meu anjo. Sei tanto que posso confiar em você, que desejo que realmente esteja no meu caminho, pra sempre.
Eu te amo muito, não há palavras pra falar o quanto me sinto feliz por ter um texto dedicado a mim. Um texto maravilhoso, tá guardado.

Clem; disse...

vocês são tão lindos que quero os dois de pelúcia, posso?

A. disse...

E quando eu me sinto cansada é neste texto que eu busco abrigo, porque algo feliz realmente está sendo guardado.

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